A realidade da saúde pública em João Câmara levanta sérios questionamentos sobre as prioridades da atual gestão municipal. Mesmo com uma arrecadação que já se aproxima dos R$ 50 milhões nos primeiros meses de 2026, os investimentos na área da saúde seguem muito abaixo do esperado.

De acordo com dados do Painel Fiscal, o município aplicou apenas 9,51% em ações e serviços de saúde no primeiro bimestre, índice bem inferior ao mínimo constitucional de 15%, exigido por lei.

A situação escancara o que muitos já sentem na prática: uma saúde pública fragilizada, com recursos disponíveis, mas sem a devida aplicação. Enquanto a população enfrenta dificuldades no atendimento, a chamada “gestão da mudança” mostra sinais claros de desorganização e falta de compromisso com áreas essenciais.

O descumprimento do investimento mínimo não é apenas um número — é reflexo direto de uma administração que, mesmo com dinheiro em caixa, não consegue transformar arrecadação em melhoria real para a população.

Até o momento, a gestão da prefeita Aize Bezerra não apresentou explicações convincentes sobre os dados, aumentando ainda mais a preocupação da população e reforçando as críticas sobre a condução da saúde no município.

Fonte: Obelisco Macau (@obeliscomacau)

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