Nesta terça-feira, 21 de outubro, a AMAD – Associação de Mães e Famílias Atípicas e Outras Deficiências divulgou uma nota de solidariedade e repúdio diante da situação enfrentada pelas mães atípicas do município de João Câmara/RN. A entidade manifestou preocupação com a falta de garantias nos tratamentos e terapias essenciais ao desenvolvimento e bem-estar das crianças com deficiência, realidade que tem gerado angústia e indignação entre as famílias.

Na nota, a AMAD classifica como inadmissível que direitos assegurados por lei estejam sendo negligenciados pelo poder público municipal, comprometendo a dignidade e a qualidade de vida de tantas famílias. A associação também repudiou declarações falsas que tentam descredibilizar o trabalho da instituição, que, mesmo recente, vem atuando com seriedade e compromisso na defesa dos direitos das famílias atípicas.

A crítica recai diretamente sobre a gestão da prefeita Aize Bezerra, que, até o momento, não apresentou respostas concretas nem medidas eficazes para garantir o acesso das crianças aos serviços de saúde e assistência necessários. Apesar das constantes reivindicações e diálogos com a Secretaria Municipal de Saúde, as mães continuam sem o suporte adequado, dependendo da solidariedade da sociedade civil e de iniciativas voluntárias.

Enquanto a prefeitura se mantém inerte, a AMAD reafirma seu compromisso em buscar soluções legais e duradouras, cobrando ações efetivas e transparência da gestão municipal.

“Nossa luta é por dignidade, respeito e políticas públicas que realmente alcancem as famílias que mais precisam”, destacou a associação em publicação nas redes sociais.

O silêncio da gestão Aize Bezerra diante desse cenário revela descaso com uma das causas mais sensíveis do município, deixando claro que o discurso de inclusão e cuidado com as famílias mais vulneráveis ainda não se traduziu em prática.

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